sábado, 6 de junho de 2015

Iratuá Grande

IRATUÁ GRANDE
Trata-se de um belo pássaro de áreas abertas amazônica, da ordem dos Passeriformes, da família dos Icteridae, conhecido cientificamente como Gymnomystax mexicanus, medindo aproximadamente 31cm de comprimento, sendo que a fêmea é um pouco menor, o mesmo não possui subespécie.
DISTRIBUIÇÃO: Sua distribuição no Brasil é apenas na Amazônia, Roraima e Amapá, também é encontrado nas Guianas, Venezuela, Colômbia, Equador e Peru.
HABITAT: Matas riparias ou ribeirinhas, mata de galeria (que formam corredores ao lado dos rios), cerrado, campos ou campinaranas (tipo particular de vegetação de solo pobre, raso e rochoso), áreas antrópicas (onde basicamente houve ou há ação do homem), ilhas fluviais, e ambiente aquáticos.
ALIMENTAÇÃO: Sua alimentação baseia-se em insetos que acham revirando esterco de animais, e frutos, sendo quase onívoro.
CANTO: Sua vocalização é áspera e dissonante, e é emitida por ambos os sexos.
DIMORFISMO SEXUAL: Não existe dimorfismo sexual nessa espécie, ambos os sexos possuem parte do dorso da cabeça até a altura do peito na cor amarelo e o restante na cor negra, asas e caudas também na tonalidade preta, possui uma mancha negra ocular, sendo que a parte inferior é na cor amarela, duas listras negras que saem da parte inferior do bico, pernas e pés claros, bico grosso e fino na tonalidade negra.
REPRODUÇÃO:  Seu ninho é feito pela fêmea em forma de taça sobre palmeiras e árvores entre seis a oito metros de altura, a incubação fica também a cargo da mesma, a postura é em média de três ovos azulados com pintas e riscos pretos púrpuros, e levam em torno de 15 a 16 dias para eclodirem.
NINHO DA ESPÉCIE
ESTADO DE CONSERVAÇÃO: Está atualmente classificado pelo IUCN - International Union on for Conservation of Nature (União Internacional Para a Conservação da Natureza) como Pouco Preocupante.
OBSERVAÇÃO: Não retire pássaros, aves, ou qualquer animal da natureza, nem compre-os no comércio clandestino de animais silvestres, procure adquiri-los de criadores credenciados e legalizados pelo IBAMA -Instituto Brasileiro do Meio Ambiente, é necessário ter autorização do órgão para manter essa espécie de ave em cativeiro.




 

sexta-feira, 5 de junho de 2015

Caburé de Pernambuco

CABURÉ DE PERNAMBUCO
É uma ave da ordem dos Strigiformes, medindo aproximadamente 14 cm de comprimento da família dos Strigidae, conhecida cientificamente como Glaucidium mooreorum, endêmica do centro de Pernambuco, e foi recentemente descrita pela ciência em 2002.
DISTRIBUIÇÃO: Até presente data essa espécie é encontrada na região dos municípios de Rio Formoso e Tamandare, estado de Pernambuco.
HABITAT: Mata Atlântica.
ALIMENTAÇÃO: Alimenta-se de insetos e pequenos vertebrados (aves e lagartos).
DIMORFISMO SEXUAL: Apresenta partes inferiores brancas com flancos marrons e barriga riscadas na mesma tonalidade (marrom), dorso e cabeça marrom, sendo que a sua cabeça e salpicada  na tonalidade branca, possui cauda longa manchada de branco bem como as asas, iris amarela, bico amarelado e curvo, pernas é pés amarelado.
CANTO: Sua vocalização consiste em uma canção curta composta por cinco a sete notas, com ligeira diminuição da frequência média de notas, a quarta e quinta notas apresentam maiores picos de amplitude.
REPRODUÇÃO: Dados desconhecidos, é provável que nidifique em cavidades naturais em árvors ou ocos abertos por pica pau assim como as outras corujas do gênero Glaucidium.
ESTADO DE CONSERVAÇÃO: Está atualmente classificada pela IUCN - International Union on for Conservation of Nature (União Internacional para a Conservação da Natureza) como Em Perigo CRITICO (ameaçada) por ter seu ambiente muito devastado e fragmentado.
OBSERVAÇÃO: Vamos ajudar essa linda ave a se recuperar na natureza, não retirando pássaros, aves, ou qualquer animal do seu habitat natural, nem compre-os no comércio clandestino de animais silvestres, procure adquiri-los de criadores credenciados e legalizados pelo IBAMA - Instituto Brasileiro do Meio Ambiente, é necessário autorização do órgão para manter essa espécie de ave no cativeiro.

quinta-feira, 4 de junho de 2015

Garrincha dos ihanos

GARRINCHA DOS IHANOS
É um pássaro da ordem dos Passeriformes da família dos Troglodytidae, conhecido cientificamente como Campylorhynchus griseus, medindo 22cm aproximadamente de comprimento, vivem em bandos de três a cinco indivíduos, ou em pares, indo regularmente ao solo onde anda pulando e com a cauda erguida.
DISTRIBUIÇÃO: Sua distribuição ocorre no estado de Roraima, sendo também encontrado na Colômbia, Venezuela, e Guiana.
HABITAT: Habitam matas de galerias(que formam corredores ao lados dos rios), campos e campinaranas (tipo particular de vegetação de solo pobre, raso, e rochoso), caatinga Amazônica ou lavrados, e áreas antrópicas (onde basicamente houve ou há ação do homem).
ALIMENTAÇÃO: Sua alimentação baseia-se em insetos e pequenos artrópodes, ocasionalmente consomem frutas e néctar.
CANTO: Seu canto é uma sequência longa e rítmica, sempre executados em árvores altas.
DIMORFISMO SEXUAL: Apresentam a parte dorsal, parte superior da cabeça na cor amarronzada chocolate, face branca com uma lista globular que se prolonga até o final da cabeça, parte inferior na cor branca, bico pontudo e curvo na extremidade, parte superior da cauda amarronzada e a parte inferior branca com listas ou manchas marrom acinzentado, pernas, pés na tonalidade cinza claro.
REPRODUÇÃO: Constrói seu ninho no formato globular com entrada lateral tecendo capim seco e palha, ou ocupa ninhos similares como do do bem te vi abandonados, a postura é de três a cinco ovos marrom com pintas escuras, a eclosão ocorre entre 14 e 15 dias de incubação.
ESTADO DE CONSERVAÇÃO: Está classificado pelo IUCN - International Union on for Conservation of Nature (União Internacional para a Conservação da Natureza) como Pouco Preocupante.
OBSERVAÇÃO: Não retire pássaros ou qualquer animal da natureza, nem compre-os no comércio clandestino de animais silvestres, procure adquiri-los de criadores legalizados e credenciados pelo IBAMA - Instituto Brasileiro do Meio Ambiente, é necessário ter autorização do órgão para manter essa espécie de pássaro em cativeiro.





quarta-feira, 3 de junho de 2015

Corruíra

CORRUÍRA
Trata-se de um pássaro da ordem dos Passeriformes da família dos Troglodytidae, conhecido cientificamente como Troglodytes musculus, chegando a medir 12cm de comprimento, e é um dos pássaros mais populares do Brasil, possui dezoito subespécie, e é parente do famoso Uirapuru.
DISTRIBUIÇÃO: Ocorre em todo do Brasil, sendo também encontrado desde o Canadá até o sul da Argentina e Chile.
HABITAT: Habita mata de galeria (matas que formam corredores ao lado dos rios), buritizais, campos e campinaranas (tipo particular de vegetação de solo pobre, raso e rochoso), cerrado, caatinga, áreas antrópicas (onde basicamente houve ou há ação do homem), pantanal e ilhas fluviais.
ALIMENTAÇÃO: Sua alimentação baseia-se em insetos (besouros, formigas, lagartas, vespinhas) e pequenos artrópodes.
CANTO: Possui um canto trinado e melodioso, geralmente emitido no começo da manhã enquanto o pássaro se move a procura de alimentos.
DIMORFISMO SEXUAL: Possui a plumagem na cor marrom ferruginosa, com raias pretas nas asas e cauda, o ventre é um pouco mais claro que o dorso, possui um fino contorno claro nos olhos, bico fino e comprido levemente curvo na extremidade, pernas e pés curtos na tonalidade rosada.
Não existe dimorfismo sexual nessa espécie.
REPRODUÇÃO: Costuma construir seu ninho em qualquer tipo de cavidade, podendo ser em árvores, e em lugares mais improváveis como em telefone publico, instalações elétricas, e caixas disponibilizadas pelo seres humanos, buracos em paredes, ou rochas, embaixo de telhas, etc...
A postura é de três a seis ovos vermelhos claros, salpicados de vermelho escuro, manchados de cinza claro, a eclosão ocorre em torno de 14 dias, e os filhotes costumam deixarem o ninho entre 28 a 30 dias após a eclosão. Usam na construção do ninho folhas, raízes, gravetos, metais, papel, plástico, tecidos, e na câmara onde depositam seus ovos revestem com penas, pelos de animais, e ate mesmo com cabelo humano.
NINHO DA ESPÉCIE
FILHOTES DA ESPÉCIE
OVOS DA ESPÉCIE
ESTADO DE CONSERVAÇÃO: Está atualmente classificado pelo IUCN - International Union on for Conservation of Nature (União Internacional para a Conservação da natureza) como Pouco Preocupante.
OBSERVAÇÃO: Não retire pássaros ou qualquer animal da natureza, nem compre-os no comercio clandestino de animais silvestre, procure adquiri-los de criadores credenciados e legalizados pelo IBAMA - Instituto Brasileiro do Meio Ambiente, é necessário ter autorização do órgão para manter essa espécie de ave no cativeiro.








segunda-feira, 1 de junho de 2015

Amarelinho da Amazônia

AMARELINHO DA AMAZÔNIA
Trata-se de um pássaro da ordem dos Passeriformes, da família dos Tyrannidae, conhecido cientificamente como Inezia caudata, medindo 12cm de comprimento, sendo um pássaro muito ativo e irrequieto, e possui duas subespécie.
DISTRIBUIÇÃO: Ocorre na região fronteiriça do Amapá com a Guiana Francesa.
HABITAT: Habitam matas de terra firme, manguezais, plantações, matas secundárias e capoeiras.
ALIMENTAÇÃO: Alimentam-se de insetos que perseguem em ramos mais extremos das copas das árvores e arbustos.
DIMORFISMO SEXUAL: Possui ampla e característica sobrancelha branca que parte da região supraloral e vai até a parte posterior dos olhos, lores na cor branca, olhos na tonalidade amarelo claro. A fronte é verde acinzentada, coroa, mantos uropígio (apêndice triangular que recobre as vértebras caudais, onde se insere as penas da cauda), e parte dorsal da cauda na cor verde oliva, suas asas são escuras com barras alares claras, as rêmiges (penas longas e rijas que prolongam a superfície das asas) escuras com bordas claras, assim como as retrizes (penas da cauda), apresentam o final uma linha clara, peito na cor amarelo acinzentado sendo mais claro próximo ao ventre que é amarelo pálido, o crisso (parte terminal do abdomem, entre as coxas e cauda, região da cloaca) na cor amarelo, seu bico, pernas e pés na cor cinza escuro.
REPRODUÇÃO: Constrói seu ninho em forma de taça em ramo, com altura média de 2,5 a 3 metros.
ESTADO DE CONSERVAÇÃO: Está classificado pelo IUCN - International Union on for Conservation of Nature (União Internacional para a Conservação da Natureza) como Pouco preocupante.
OBSERVAÇÃO: Não retire pássaros da natureza, nem compre-os no comércio clandestino de animais silvestre, procure adquiri-los de criadores credenciados e legalizados pelo IBAMA - Instituto Brasileiro do Meio Ambiente, é necessário ter autorização do órgão para manter essa espécie em cativeiro.




sexta-feira, 29 de maio de 2015

Arara Canindé

ARARA-CANINDÉ
É uma ave da ordem dos Psittaciformes da família dos Psittacidae, conhecida cientificamente como Arara ararauna, vivem em bandos de até vinte e cinco indivíduos, e e também conhecida como Arara de barriga amarela, Canindé, Arara-amarela, Ara-arauna, e é considerada um dos psitacídeos mais esperto, medindo aproximadamente de 75 a 83 cm de comprimento.
DISTRIBUIÇÃO: Sua distribuição vai do Amazonas até o Paraná, também pode ser encontrada no Panamá, Colômbia, Venezuela, Guianas, Peru, Bolívia até o norte da Argentina e Paraguai, e no oeste do Equador.
HABITAT: Florestas úmidas, matas de galeria (que formam corredores ao lados dos rios), buritizais e palmais diversos, cerrado, áreas antrópicas (basicamente onde houve ou há ação do homem), pantanal, e ilhas fluviais.
ALIMENTAÇÃO: Basicamente de sementes, cocos de palmeiras, frutos, néctar de diversas árvores, é encontrada com frequência em barrancos de rios com solos ricos em minerais, onde consomem grande quantidade desses minerais.
DIMORFISMO SEXUAL: O dimorfismo não existe nessa espécie, ambos possuem longas caudas, inconfundível é vistosa de tonalidade azul ultramarino no dorso, e amarelo dourado na parte inferior desde a face, ventre, até o rabo, garganta com linhas negras, áreas nuas na cabeça com linhas de penas negras, topo da cabeça na tonalidade verde.
REPRODUÇÃO: Constrói seu ninho em ocos de buriti, em buritizais alagados entre dez a vinte e cinco metros de altura, a postura é de dois ovos brancos, e a eclosão ocorre entre 24 a 26 dias de incubação, ambos os pais cuidam dos filhotes.
NINHO DA ESPÉCIE
ESTADO DE CONSERVAÇÃO: Está classificado pelo IUCN - International Union on for Conservation of Nature (União Internacional para a Conservação da Natureza) como Pouco Preocupante, embora seja apreciada como ave de gaiola e sua população vem diminuindo em algumas regiões.
OBSERVAÇÃO: Não Retire pássaros, aves, ou qualquer animal da natureza, nem compre-os no comércio clandestino de animais silvestre, procure adquiri-los de criadores credenciados e legalizados pelo IBAMA - Instituto Brasileiro do Meio Ambiente, é necessário ter autorização do órgão para manter essa espécie de ave em cativeiro.





terça-feira, 26 de maio de 2015

Seriema

SERIEMA
É uma ave da ordem dos Cariamiformes, da família dos Cariamidae, conhecida cientificamente como Cariama cristata, e é considerada uma das mais notáveis aves do Brasil centro-oriental, também é conhecida como sariema, e seriema de pé vermelho, sendo que a mesma serviu de inspiração para diversas canções pelos rincões do Brasil.
DISTRIBUIÇÃO: Está distribuída desde o Maranhão e sul do Pará, até o oeste de Mato Grosso, na região sudeste e sul do Brasil, também sendo encontrada na  Bolívia , Paraguai, Uruguai, e Argentina.
HABITAT: Habitam áreas abertas, matas de galerias (que formam corredores ao lados dos rios), campos e campinaranas (tipo particular de vegetação de solo pobre, raso e rochoso), cerrado, caatinga  áreas antrópicas (onde basicamente houve ou há ação do homem), e pantanal.
ALIMENTAÇÃO: Sua alimentação está baseada em insetos, pequenos invertebrados, cobras venenosas, grãos e pequenos frutos.
CANTO: Seu cartão é considerado por muitos a voz do sertão, é bem marcante podendo ser ouvido a mais de um quilometro, parece longas risadas que vão acelerando-se e aumentando de tom a medida que é repetida pela ave.
DIMORFISMO SEXUAL: Ambos possuem a plumagem cinza-amarelada, com finas riscas escuras, sendo que o abdomem é mais claro, bico e pernas vermelhos, possui uma crista de tufos de penas longas que pode ter 12cm aproximadamente de comprimento, e também uma pestana, e pode chegar até 70cm de altura e seus olhos são acinzentados, cauda preta com a ponta na cor branca.
REPRODUÇÃO: Constrói seu ninho com gravetos, folhas secas em árvores de quatro a cinco metros de altura, forrando o mesmo com estrume de gado, folhas secas, ou barro, a postura é de dois ovos na tonalidade branco rosado manchado de castanho, e ambos os pais cuidam da incubação que levam em torno de 24 a 30 dias, com aproximadamente duas semanas os filhotes deixam o ninho e passam acompanhar seus pais, mais levam de quatro a cinco meses para adquirir a plumagem de adulto.
NINHO DA ESPÉCIE

ESTADO DE CONSERVAÇÃO: Está atualmente classificado pelo IUCN - International Union on for Conservation of Nature (União Internacional para a Conservação da Natureza) como Pouco Preocupante. 

OBSERVAÇÃO: Não retire pássaros ou aves da natureza, nem compre-os no comércio clandestino de animais silvestres, procure adquiri-los de criadores credenciados e legalizados pelo IBAMA - Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis, é necessário ter autorização do órgão para manter essa espécie de ave no cativeiro.






domingo, 24 de maio de 2015

Bengali Vermelho

BENGALI VERMELHO
Trata-se de um pássaro da ordem dos Passeriformes, da família dos Estrildidae, conhecido cientificamente como Amandava-amandava, medindo 9cm aproximadamente de comprimento, é uma espécie oriunda da Ásia, sendo que possui três subespécie.
DISTRIBUIÇÃO: Sua distribuição estende-se da Índia e Indochina até Java e nas ilhas pequenas Sonda, e Egito. A espécie foi introduzida em Portugal, estabelecendo uma população selvagem nesse país.
HABITAT: Habita áreas herbáceas e junqueiras, mata próximas a caminhos, áreas antrópicas(onde basicamente houve ou há ação do homem), beiras de bosques e jardins.
ALIMENTAÇÃO: Sua alimentação está baseada em sementes de gramíneas, e insetos.
CANTO: Seu canto não passa de uma série de notas baixas.
DIMORFISMO SEXUAL: O macho possui a plumagem na cor vermelha que predomina a totalidade do corpo, flancos, cobertura das asas e cauda na cor negra com pintas brancas, parte inferior do peito na cor vermelho também na com pintas brancas, bicos avermelhados, pernas e pés na tonalidade clara. A fêmea é acastanhada, mais clara  na parte inferior do corpo, bico avermelhado, asas e cauda negras com pintas brancas. Fora da época da reprodução o macho se assemelha a fêmea.
MACHO DA ESPÉCIE
FÊMEA DA ESPÉCIE
REPRODUÇÃO: Constroem seu ninho na formato globular feito com gramíneas secas, a postura é de cinco a seis ovos na cor branca, a eclosão ocorre entre 13 e 15 dias de incubação.
ESTADO DE CONSERVAÇÃO: Está classificado pelo IUCN - International Union on for Conservation of Nature (União Internacional para a Conservação da Natureza) como Pouco Preocupante.
OBSERVAÇÃO: Não retire qualquer animal da natureza, nem compre-os no comércio clandestino de animais silvestres, procure adquiri-los de criadores legalizados e credenciados pelo IBAMA - Instituto Brasileiro do Meio Ambiente.
Essa espécie de pássaro não pertence a fauna brasileira.




sexta-feira, 22 de maio de 2015

Tuim

TUIM
É uma ave que mede aproximadamente 12cm, pertence a ordem dos Psittaciformes, da família dos Psittacidae, conhecida cientificamente como Forpus Xanthopterygius, sendo que o mesmo possuí cinco subespécie, também é chamado de Cuiúba, Chuim, Periquitinho, Papacum, Papacu, Periquitinho de São José, ou Tuí, é o menor psitacídeo do Brasil, vivem em bandos de até vinte indivíduos, só se separando na época da reprodução.
DISTRIBUIÇÃO: Sua distribuição ocorre no Nordeste, Leste e Sul do Brasil até o Paraguai e Bolívia, também é encontrado no alto da Amazonas até o Peru e Colômbia.
CASAL DA ESPÉCIE
HABITAT: Prefere as áreas semi abertas, floresta ou mata Atlântica, floresta mesófila (vegetação de porte médio a alto), mata ou floresta de galeria (que formam corredores ao lado dos rios), mata ou floresta ciliar, mata de araucária, mata ou floresta subtropical, restinga, mata riparia ou ribeirinha, campos ou campinaranas (floresta de um tipo particular de vegetação de solo pobre, raso, e rochoso), caatinga, cerrado, áreas antrópicas (onde basicamente houve ou há ação do homem), pantanal, manguezais, e ilhas fluviais.
ALIMENTAÇÃO: Dão preferência a sementes duras, mais se alimentam de sementes de braquiárias, cocos de palmeiras,e frutas (mangas, jabuticabas, goiabas, laranjas, e mamão), costumam segurar os alimentos com os pés para levarem a boca para se alimentarem.
DIMORFISMO SEXUAL: Possui o corpo todo verde, sendo as costas em um tom de verde mais escuro, possui um bico pequeno na cor cinza claro, o macho é verde amarelado com uma grande área azul na superfície inferior das asas, e no baixo dorso, algumas penas das asas, ombros, parte inferiores da costa e coberteiras caudais, na tonalidade azul violeta, testa, coroa e lados da cabeça mais esverdeados, a parte inferior da cauda e na cor verde. A fêmea é totalmente verde com a cabeça amarelada, e nos flancos, a sua cauda é curta em forma de silhueta característica da espécie.
MACHO DA ESPÉCIE
FÊMEA DA ESPÉCIE
REPRODUÇÃO: Nidifica em ocos de árvores, casa de João de barro, ocupa também ninhos de pica pau abandonados, a postura é de três até oito ovos na cor branca, a incubação dos mesmos leva em torno de 17 dias, sendo que o macho também contribui um pouco na incubação sendo que a maior parte cabe a fêmea, ambos alimentam os filhotes que deixam o ninho em torno da quinta semana após a eclosão dos ovos.
NINHO DA ESPÉCIE
ESTADO DE CONSERVAÇÃO: Está classificado pelo IUCN - International Union on for Conservation of Nature (União internacional para a Conservação da Natureza) como Pouco Preocupante.
OBSERVAÇÃO: Não retire pássaros, aves, ou qualquer animal da natureza, nem compre-os no comércio clandestino de animais silvestres, procure adquiri-los de criadores credenciados e legalizados pelo IBAMA - Instituto Brasileiro do Meio Ambiente, é necessário autorização do órgão para manter essa espécie de ave em cativeiro.







quinta-feira, 21 de maio de 2015

Beija Flor Cinza

BEIJA FLOR CINZA
Trata-se de uma ave da ordem dos Apodiformes, da família dos Trochilidae, medindo 12cm aproximadamente, sendo uma espécie muito comum no Brasil Oriental, onde vivem solitários ou em pares, conhecida cientificamente como Aphantochroa cirrochloris.
DISTRIBUIÇÃO: É uma espécie endêmica do Brasil, sendo encontrada nos estados de: Pernambuco, Bahia, Goiás, Minas Gerais, Espírito Santo, Rio de Janeiro, São Paulo, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Paraná, e Santa Catarina.
HABITAT: Vive em bordas de matas secas e úmidas, capoeiras e jardins, floresta e mata atlântica, floresta mesófila (vegetação de porte médio a alto), matas ou florestas ciliar, mata de araucária, e áreas antrópicas (onde basicamente houve ou há ação do homem).
ALIMENTAÇÃO: Sua alimentação e baseada em néctar das flores e insetos.
DIMORFISMO SEXUAL: Ambos os sexos possuem o corpo cinza esverdeado, sendo o peito e o abdomem na tonalidade cinza mais claro, a cabeça e a cobertura das asas na cor verde, a cauda e as rêmiges (penas de voo) na tonalidade cinza escuro, quase preta, seu bico e pontudo na cor preta. As fêmeas são um pouco menores que os machos.
REPRODUÇÃO: A fêmea constrói o ninho em arbustos em forma de taça, usando materiais como algodão, teia de aranha, e musgos, a postura é de dois ovos na cor creme, e os filhotes crescem rapidamente sobre os cuidados exclusivo da fêmea, e com aproximadamente com quatro semanas já são totalmente independentes.
NINHO DA ESPÉCIE
CURIOSIDADE: Essa espécie tem o costume ao entardecer de procurar um poleiro protegido sob folhas grandes em emaranhados de trepadeiras para passar a noite, e se protegerem de predadores.
OBSERVAÇÃO: Está classificado pelo IUCN - International Union on for Conservation of Nature ( União Internacional para a Conservação da Natureza) como Pouco Preocupante.
Não retire pássaros ou aves da natureza, nem compre-os no comércio clandestino de animais silvestres, procure adquiri-los de criadores credenciados e legalizados pelo IBAMA - Instituo Brasileiro do Meio Ambiente, é necessário ter autorização do órgão para manter essa espécie em cativeiro.