domingo, 10 de abril de 2016

Anu Preto

ANU PRETO
Trata-se de uma ave da ordem dos Cuculiformes, da família dos Cuculidae, conhecida cientificamente como Crotophaga-ani, medindo aproximadamente 36cm de comprimento, conhecida também como anu pequeno, e anum no Pará, e chamada de coró-coró na região Amazônica central, formam casais individuais, mais costumam viverem em bando.
DISTRIBUIÇÃO: Sua distribuição ocorre em todo o território brasileiro, da Flórida à Argentina.


HABITAT: Restinga, buritizais ou matas de galeria ( que formam corredores ao lado dos rios ), campos e campinaranas (floresta de um tipo particular de vegetação de solo raso, pobre e rochoso ), caatinga, cerrado, áreas antrópicas ( onde houve ou há ação do homem ), pantanal, manguezais, ilhas fluviais, ambiente aquáticos e alagados.
ALIMENTAÇÃO: É uma ave carnívora, essencialmente insetivora, comendo gafanhotos, percevejos, aranhas, carrapatos, lagartixas e camundongos, eventualmente comem frutas, bagas, coquinhos e sementes.
AVE SE ALIMENTANDO
CANTO: Possui mais de uma dúzia de vozes diferentes, dois pios de alerta, a um certo grito todos os componentes do bando se empoleiram em um ponto bem visível e examinam a situação, o outro grito é emitido na presença de um predador e todo o bando desaparece no meio da vegetação.
VÍDEO DA INTERNET 
DIMORFISMO SEXUAL: Não existe nessa espécie, ambos possuem a plumagem toda negra uniformemente, bico alto curto e forte, cauda comprida e graduada.
CASAL
REPRODUÇÃO: Constroem seu ninho com grossos gravetos e folhas, grande e profundo a fêmea coloca de quatro a sete ovos na cor azul esverdeado, coberto por uma crosta calcária, raspada sucessivamente pelo processo de virada dos ovos, e fixado na forquilha dos galhos em arvores, esse ninho pode ser coletivo onde outras fêmeas depositam seus ovos e cuidam da prole juntas, tendo a cooperação de machos e filhotes crescidos da postura anterior, a incubação dos ovos leva em torno de 13 a 16 dias, sendo que o ninho pode ser ocupado por seis ou dez aves, e conter de dez a vinte ovos ou mais.
NINHO DA ESPÉCIE
ESTADO DE CONSERVAÇÃO: Está classificado pelo IUCN - International Union on for Conservation of Nature ( União Internacional para a Conservação da Natureza ) como Pouco Preocupante.
OBSERVAÇÃO: Não retire qualquer tipo de animal silvestre da natureza, nem compre-os no comercio clandestino de animais silvestres, procure adquiri-los de criadores credenciados e legalizados pelo IBAMA - Instituto Brasileiro do Meio Ambiente, é necessário autorização do órgão para manter essa espécie de ave no cativeiro.


domingo, 20 de março de 2016

Araçari-poca

ARAÇARI POCA
Trata-se de uma ave da ordem dos Piciformes, da família dos Ramphastidae, conhecida cientificamente como Selenidera maculirostris, medindo aproximadamente 35cm de comprimento, também conhecida como araçari do bico pintalgado, araçari boi, araçari tirador de leite e saripoca de bico riscado, sendo que a mesma não possui subespécie.
DISTRIBUIÇÃO: Sua distribuição ocorre da Bahia , Minas Gerais ao Rio grande do sul, também é encontrado na Argentina.
HABITAT: Floresta ou mata atlântica montana de encosta, mata ou floresta ciliar.
ALIMENTAÇÃO: Sua alimentação baseia-se principalmente de frutos da embaúba, palmito Jussara, e insetos, mais pode incluir em sua dieta filhotes de outras aves.
CANTO: Emite um som tipo "Kulik - Kulik - Kulik, sempre pela madrugada ou ao entardecer.
DIMORFISMO SEXUAL: O macho tem a cabeça, garganta e peito preto, sendo que na fêmea os quais são marrons, três a cinco riscos transversais no bico, possui um tufo de penas pós-ocular  na tonalidade amarelo ouro, uma grande mancha escura na íris anterior e posterior a pupila.
CASAL DA ESPÉCIE
REPRODUÇÃO: constroem seu ninho em ocos ou buracos abertos por pica paus, a postura é de dois a três ovos na cor branca, que são incubados pelo casal no período de 16 dias.
FÊMEA DA ESPÉCIE
MACHO DA ESPÉCIE
ESTADO DE CONSERVAÇÃO: Esta atualmente classificado pelo IUCN - Internacional Union on for Conservation of Nature ( União Internacional para a Conservação da Natureza ) como pouco preocupante.
OBSERVAÇÃO: Não retire qualquer animal silvestre da natureza, nem compre-os no comércio ilegal de animal silvestres, procure adquiri-los de criadores credenciados e legalizados pelo IBAMA - Instituto Brasileiro do Meio Ambiente, é necessário ter autorização do órgão para manter essa espécie de ave no cativeiro.
 
 



terça-feira, 1 de março de 2016

Mãe da Lua

MÃE DA LUA
Trata-se de uma ave da família dos Nyctibidae, da ordem dos Nyctibiiformes, conhecido cientificamente como Nyctibius griseus, medindo de 31 a 41cm de comprimento, também conhecido pelo nome de Urutau( ave fantasma).
DISTRIBUIÇÃO: Está distribuído em todo o território brasileiro, sendo encontrado também da Costa Rica à Bolívia, Argentina e Uruguai.
HABITAT: Floresta e mata atlântica, floresta mesófila (de porte médio a alto), mata e floresta de galeria( que formam corredores ao lados dos rios), floresta ciliar, mata de araucária, mata ou floresta subtropical, mata de terra firme, mata riparia ou ribeirinha, buritizais, campos e campinaranas( tipo particular de vegetação de solo raso, pobre e rochoso ), caatinga amazônica, caatinga, cerrado, áreas antrópicas ( onde houve ou há ação do homem ), pantanal, manguezais e ilhas fluviais.
ALIMENTAÇÃO:  Alimentam-se de insetos noturnos, especialmente de grande mariposas, cupins e besouros, que são caçados em pleno voo.
CANTO: Vocaliza um distinto e descendente "poo-pu,pu,pu,pu", principalmente em noite de lua cheia.
DIMORFISMO SEXUAL: Não existe nessa espécie de ave, ambos apresentam a coroa e nuca com a coloração castanha acinzentada amplamente rajada de castanho escuro, ombros marrom acinzentados com estrias e manchas esbranquiçadas, listras e estrias marrom escuro, o uropígio (apêndice onde estão implantadas as penas da cauda ), na tonalidade de marrom acinzentado, salpicado com listras e manchado de castanho escuro, as retrizes (penas da cauda ) na tonalidade  marrom, barradas de castanho acinzentado ou branco acinzentado, as rêmiges primárias (penas maiores das asas ) na cor marrom, manchadas de marrom acinzentado ao longo das bordas exteriores e ligeiramente manchada ou barrada de castanho acinzentado ao longo das bordas interiores, as rêmiges secundárias são na tonalidade marrom com barras acinzentada, lores e auriculares na  cor cinza pálido raiado de castanho escuro, garganta cinza amarronzado pálido com finas listras marrons, possuem uma lista na lateral da garganta na tonalidade escura, íris amarela, bico preto, tarso e pés amarronzados,  pardos acinzentados ou ainda cinzentos.
REPRODUÇÃO: Constroem seu ninho em cavidades de tocos ou galhos, a postura é de um único ovo, a incubação leva em torno de 33 dias, e o filhote deixa o ninho por volta de sete semanas.
NINHO DA ESPÉCIE COM OVO


FÊMEA COM FILHOTE
ESTADO DE CONSERVAÇÃO: Está classificado pelo IUCN - International Union on for Conservation of Nature ( União Internacional para a Conservação da Natureza ) como Pouco preocupante.
CURIOSIDADE: Existe uma crendice na Amazônia que as mães varrem debaixo das redes das meninas com uma vassoura feita com as penas da cauda desta ave para protegerem a castidade das meninas.
OBSERVAÇÃO: Não retire qualquer espécie de animal silvestre da natureza, nem compre-os no comércio clandestino de animais silvestres, procure adquiri-los de criadores credenciados e legalizados pelo IBAMA - Instituto Brasileiro do Meio Ambiente, é necessário ter autorização do órgão para manter essa espécie de ave em cativeiro.



segunda-feira, 1 de fevereiro de 2016

Sabiá pimenta

SABIÁ PIMENTA

Trata-se de um pássaro da ordem dos Passeriformes da família dos Cotingidae, conhecido cientificamente como Carpornis melanocephala, com 21 cm aproximadamente de comprimento, também conhecido como pião batata, cochó, corocoxó do litoral.
DISTRIBUIÇÃO: Sua distribuição ocorre do Alagoas ao Paraná.
HABITAT: Habita floresta ou mata atlântica de encosta e baixada litorânea entre 0 a 400metros de altitude. 
ALIMENTAÇÃO: Tratando-se de um pássaro frugivoro, alimenta-se de frutos, tem preferência pelo fruto da palmeira Juçara, contribuindo com a distribuição das sementes. 
CANTO: Possui um canto harmonioso tipo "juu kuau" emitido em longos intervalos.
DIMORFISMO SEXUAL: O macho possui a cabeça na tonalidade negra azulada, incluindo a nuca e garganta com uma carapuça, sendo que o restante da costa e na tonalidade verde olivácea, e o peito intercalado também com tons  esverdeado claro, o seu abdomem é amarelado, ligeiramente barrado próximo a coxa. A fêmea é bastante parecida, mais em vez de ter a cabeça negra, possui a cor na tonalidade olivácea escura.
MACHO DA ESPÉCIE
FÊMEA DA ESPÉCIE
 REPRODUÇÃO: Até a presente data pouco se sabe sobre seu habito reprodutivo.
ESTADO DE CONSERVAÇÃO: Está classificado pelo IUCN - International Union on for Conservation of Nature ( União Internacional para a Conservação da Natureza ) como Vulnerável (Ameaçada ).
OBSERVAÇÃO: Não retire qualquer tipo de animal silvestre da natureza, nem compre-os no comércio clandestino de animais silvestre, procure adquiri-los de criadores legalizados e credenciados pelo IBAMA - instituo Brasileiro do Meio Ambiente, é necessário do órgão para manter essa espécie de pássaro no cativeiro.

sábado, 2 de janeiro de 2016

Pica-pau-anão fusco


 PICA PAU ANÃO FUSCO
Trata-se  de um pássaro da ordem dos Piciformes da família dos Picidae, medindo aproximadamente 10cm de comprimento, e até a presente data não são reconhecidas subespécies.
DISTRIBUIÇÃO: Sua distribuição ocorre no extremo de Mato Grosso e de Rondônia.
HABITAT: Habitam matas de Várzeas.
ALIMENTAÇÃO: Alimentam-se de pequenos invertebrados e larvas de insetos.
DIMORFISMO SEXUAL: Tanto os machos como as fêmeas possuem a coloração principal na tonalidade canela, ambos possuem a coroa preta, sendo que os machos possuem penas laranja avermelhada na coroa, nos demais o peito e ventre apresentam manchas marrons, sendo mais escuras nas extremidades das asas, a cauda e de coloração marrom chocolate, e o par de retrizes central são brancas, bico escuro, sendo que o tarso e pés são na tonalidade rosada, olhos castanhos com anel orbital de pele nua na tonalidade rosa acinzentado.
REPRODUÇÃO: Até a presente data não se tem informação sobre o seu habito reprodutivo.
ESTADO DE CONSERVAÇÃO: Está classificado pelo IUCN - International Union on for Conservation of Nature ( União Internacional para a Conservação da Natureza ) como Quase Ameaçada.
OBSERVAÇÃO: Não retire qualquer animal silvestre da natureza, nem compre-os no comércio clandestino de animais silvestres, procure adquiri-los de criadores credenciados e legalizados pelo IBAMA - Instituo Brasileiro do Meio Ambiente, é necessário tem autorização do órgão para manter essa espécie de pássaro no cativeiro. 
 


quinta-feira, 8 de outubro de 2015

Formigueiro do Caura

FORMIGUEIRO DO CAURA 
Trata-se de um pássaro da ordem dos Passeriformes da família dos Thamnophilidae, conhecido científicamente como Myrmelastes caurensis, medindo de 18 a 19 cm de comprimento, é um dos pássaros mais desconhecido da família, possui pernas longas o que indica hábitos terrestres, e possui duas subespécie.
DISTRIBUIÇÃO: Ocorre no extremo norte do Amazonas e sul da Venezuela, é encontrado nas regiões serranas entre 2820 a 400 metros de altitude.
HABITAT: Habita mata de terra firme, e tepuis.
ALIMENTAÇÃO: É insetivoro, forrageia próximo ao solo ou na serrapilheira, deslocando-se em casais ou em pequenos grupos familiares, revira as folhas como o bico ou esgravata-as com os pés.
DIMORFISMO SEXUAL: O macho possui a íris vermelha, possui a plumagem cinza azulada, asas manchadas em preto e branco, sendo que as asas e a cauda possuem a tonalidade cinza escuro, a fêmea tem a cabeça cinza, a íris marrom, parte inferior marrom alaranjado, asas marrom escuro com pintas alaranjadas, e a cauda cinza escuro.
FÊMEA DA ESPÉCIE
MACHO DA ESPÉCIE
REPRODUÇÃO: Nada se sabe até a presente data sobre seu habito reprodutivo, apenas que os machos tornam-se bastante territorialista no mês de fevereiro.
ESTADO DE CONSERVAÇÃO: Está classificado pelo IUCN - International Union on for Conservation of Nature ( União Internacional para Conservação da Natureza ) como Pouco Preocupante.
OBSERVAÇÃO: Não retire animais silvestre da natureza, nem compre-os no comércio clandestino de animais silvestres, procure adquiri-los de criadores credenciados e legalizados pelo IBAMA - Instituto Brasileiro do Meio Ambiente, é necessário ter autorização do órgão para manter essa espécie de pássaro no cativeiro.
 


segunda-feira, 5 de outubro de 2015

Papa Formiga de Bando

PAPA FORMIGA DE BANDO 
Trata-se de um pássaro da ordem dos Passeriformes da família dos Thamnophilidae, conhecido científicamente como Microrhopias quixensis, medindo entre l2.0 a 13.0cm de comprimento.
DISTRIBUIÇÃO: Está distribuído no norte e oeste do Brasil, sudeste do México, na América Central, e na Colômbia, Venezuela, Guiana, oeste do Equador, Peru, e Bolívia.
HABITAT: Habita mata de terra firme, mata de transição, e áreas antrópicas (onde basicamente houve ou há ação do homem).
ALIMENTAÇÃO: Sua alimentação baseia-se em insetos e aracnídeos.
CANTO 
DIMORFISMO SEXUAL: O macho possui plumagem preta brilhante aveludado com manchas brancas nas asas e também escondidas nos ombros e no centro, cauda arredondada com as pontas branca.
MACHO DA ESPÉCIE 
A fêmea tem a parte superior, coroa e os lados da cabeça na tonalidade ardósia, peito e barriga na cor marrom avermelhado.
FÊMEA DA ESPÉCIE 
REPRODUÇÃO: Constrói seu ninho no formato de cesto com folhas caídas juntas e cobertas com finas fibras escuras, sendo que o mesmo é preso na parte inferior de uma forquilha aproximadamente 1.5metros do solo, costumam reproduzir-se de janeiro a agosto, a postura é de dois ovos brancos manchados de marrom, e a eclosão ocorre após 13 dias de incubação.
ESTADO DE CONSERVAÇÃO: Está classificado pelo IUCN - International Union on for Conservation of Nature ( União Internacional para a Conservação da Natureza ) como Pouco Preocupante.
OBSERVAÇÃO: Não retire qualquer animal silvestre da natureza, nem compre-os no comércio clandestino de animais silvestre, procure adquiri-los de criadores legalizados e credenciados pelo IBAMA - Instituto Brasileiro do Meio Ambiente, é necessário autorização do órgão para manter essa espécie de pássaro no cativeiro.
 

segunda-feira, 28 de setembro de 2015

Mutum de Fava

MUTUM DE FAVA
Trata-se de uma ave da ordem dos Galliformes, da família dos Cracidae, conhecida científicamente como Crax globulosa, sendo também chamado como mutum açu, mutum de assovio e mutum piuri, mede aproximadamente 82 a 89 cm de comprimento, e chega a pesar até 2,5 quilos.
DISTRIBUIÇÃO: Sua distribuição vai da Colômbia e norte do Brasil até a Bolívia, na Amazônia meridional do sul do rio amazonas até o Mato Grosso. 
HABITAT: Habitam mata de terra firme, mata de várzea, mata de transição, mata riparia ribeirinha, floresta paludosa Amazônica (solo encharcado e se mantém verde o ano inteiro), e ilhas fluviais.
ALIMENTAÇÃO: Alimenta-se de frutos sendo que a maior parte é provida das árvores, pois raramente desce ao solo, também inclui em sua dieta invertebrados e pequenos vertebrados.
CANTO: Tem um assovio macio "yeeeeeee", e dura de quatro a seis segundos.
DIMORFISMO SEXUAL: O macho é preto, e possui um ornamento esférico vermelho acima e abaixo do bico. A fêmea tem uma cera vermelha e o ventre ferrugem.
REPRODUÇÃO: A fêmea constrói o ninho em árvores entre dois a três metros de altura, a postura é de dois a três ovos, e a eclosão ocorre em torno de 26 dias de incubação.
ESTADO DE CONSERVAÇÃO: Está atualmente classificado pelo IUCN - International Union on for Conservation of Nature ( União Internacional para a Conservação de Natureza ) Em Perigo, ou seja Ameaçada de extinção, devido a perda do habitat pela interferência do ser humano.
OBSERVAÇÃO: Não retire qualquer animal silvestre da natureza, nem compre-os no comércio clandestino de animais silvestre, procure adquiri-los de criadores credenciados e legalizados pelo IBAMA - Instituto Brasileiro do Meio Ambiente, é necessário ter autorização do órgão para manter essa espécie de ave no cativeiro.


quarta-feira, 15 de julho de 2015

Arara-Azul-Pequena

ARARA-AZUL-PEQUENA
Trata-se de uma ave pequena medindo 68cm de comprimento, é a menor arara do gênero da família dos Psittacidae, da ordem dos Psittaciformes, conhecida cientificamente como Anodorhynchus glaucus, e foi considerada extinta no inicio deste século, também é conhecida como arara-azul, arara azul claro, arara celeste, arara preta, ararúna, e araúna.
DISTRIBUIÇÃO: Vivia em áreas de baixadas da bacia do rio Paraná no sul do Brasil e nordeste da Argentina.
HABITAT: Floresta ou mata ciliar, mata ou floresta subtropical, buritizais ou mata de galeria (mata cercada por rio de ambos os lados).
ALIMENTAÇÃO: Alimentava-se de frutos de palmeiras como o butiá e o tucum.
DIMORFISMO SEXUAL: A plumagem tinha uma coloração azul pálida e esverdeada, a cabeça grande com a plumagem acinzentada, com bico grande, e uma cauda longa. A área nua na base da mandíbula possuía formato quase triangular e de tom amarelado pálido, o anel perioftálmico era amarelo, mais pálido do que na região em torno da mandíbula, e o tarso e metatarso eram cinza escuro.
REPRODUÇÃO: Nidificava nos penhascos na região de Caçapava do Sul, no estado do Rio Grande do Sul, mas não há relatos comprovados.
ESTADO DE CONSERVAÇÃO: Está classificado pelo IUCN - International Union on for Conservation of Nature (União Internacional para a Conservação da Natureza) como Ameaçada, Perigo Crítico (extinta) devido a caça e tráfico ilegal, destruição e degradação do habitat durante o século XX, embora esteja considerada extinta, existem rumores persistentes de avistamentos recentes. Consta na literatura que a espécie não possui exemplares em zoológicos.
OBSERVAÇÃO: Não retire nenhum animal da natureza, nem compre-os no comércio ilegal de animais silvestres, sempre procure adquiri-los de criadores legalizados e credenciados pelo IBAMA - Instituto Brasileiro do Meio Ambiente, é necessário ter autorização do órgão para manter qualquer animal silvestre no cativeiro.


segunda-feira, 6 de julho de 2015

Arara-Azul-Grande

ARARA-AZUL-GRANDE
Trata-se de uma ave da ordem dos Psittaciformes, da família dos Psittacidae, sendo que se nome científico é Anodorhynchus hyacinthinus, mede de 70 a 100cm de comprimento, e pode pesar até 1,5 quilo, também é conhecida como arara preta, arara una, arara hiacinta.
DISTRIBUIÇÃO: No Brasil está distribuída nos estados de Mato Grosso (Pantanal), Mato Grosso do Sul, Goiás (rio Tocantins), Minas Gerais, Bahia, sul do Piauí, Maranhão, Pará (Transamazônica e leste do estado), e Amapá (próximo ao rio amazonas), sendo também encontrada na Bolívia e Paraguai, reportada como provável para o rio Mapori sudeste da Colômbia.
HABITAT: Floresta mesófila (vegetação e porte médio a alto), floresta de galeria (que formam corredores ao lado dos rios), mata riparia ou ribeirinha, buritizais, campos e campinaranas (floresta de um tipo particular de vegetação de solo raso, pobre e rochoso), cerrado, áreas antrópicas (onde houve ou há ação do homem), pantanal, ilhas fluviais.
ALIMENTAÇÃO: Sua alimentação baseia-se em frutos de palmeiras como o buriti, coquinho caiúva, piaçava, catolé, babaçu, gueroba, sendo que também incluiu um sua dieta outras espécies de frutos, argila, e até moluscos aquáticos.
DIMORFISMO SEXUAL: Ambos possuem a coloração azul intensa com diferentes tonalidades, base do bico e anel ocular nus e de cor amarela, partes internas das asas e cauda na cor negra.
NINHO DA ESPÉCIE
REPRODUÇÃO: Nidifica em cavidades de árvores especificas como manduvi no pantanal e no Pará, paredões rochosos na região nordeste, vivem em casais, põe de um a três ovos, a incubação leva em torno de 27 a 30 dias, sendo que geralmente apenas um filhote sobrevive, e permanece no ninho por até 110 dias,a separação dos pais ocorre entre doze a dezoito meses após o nascimento.
Costuma fazer uma postura por temporada, ou apenas a cada dois anos.
ESTADO DE CONSERVAÇÃO: Está classificada pelo IUCN - International Union on for Conservation of Nature (União Internacional para a Conservação da Natureza) como Em Perigo, Ameaçada, devido ao trafico de animais silvestres.
OBSERVAÇÃO: Não retire qualquer animal da natureza, nem compre-os no comércio clandestino de animais silvestres, procure adquiri-los de criadores legalizados e credenciados pelo IBAMA -Instituto Brasileiro do Meio Ambiente, é necessário ter autorização do órgão para manter essa espécie de ave no cativeiro.