CANÁRIO DE BREJO
Trata-se de mais um pássaro da ordem dos Passeriformes, da família dos Thraupidae conhecido cientificamente como Emberizoides ypiranganus, medindo 18cm aproximadamente de comprimento. Obs: Vale ressaltar que a classificação taxonômica atual coloca o
canário do brejo na família
Thraupidae e não Emberezidae como seu nome científico sugere, e não são reconhecidas subespécies.
Thraupidae e não Emberezidae como seu nome científico sugere, e não são reconhecidas subespécies.
DISTRIBUIÇÃO: Presente na Argentina, Brasil, Paraguai e Uruguai. No Brasil ocorre nos
estados de Minas Gerais, Paraná, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, São
Paulo e Goiás.
HABITAT: Campos e campinaranas (floresta particular de um tipo de vegetação de solo pobre, raso, e rochoso) e ilhas fluviais.
ALIMENTAÇÃO: Costuma alimentar-se na base das plantas paludicolas ( que vivem em pântanos) de sementes e insetos.
VOCALIZAÇÃO
Vídeo compartilhado do Youtube
DIMORFISMO SEXUAL: Espécie parecida com o canário do campo (Emberizoides herbicola),
sendo porém, nitidamente menor, possui a cauda relativamente mais
curta, estrias do lado superior mais larga e negra, lados da cabeça
cinzentos em vez de pardacentos, retrizes centrais mais entalhadas,
maxila negra, mandíbulas amareladas e apresenta ainda, pernas
pardacentas claras.
Aparentemente não possui dimorfismo sexual.
REPRODUÇÃO: Constrói seu ninho em forma de taça em touceira de gramíneas, a postura é geralmente de dois ovos que são incubados pela fêmea no período de 13 a 14 dias, sendo que o macho ajuda na alimentação dos filhotes, a postura inicia-se na primavera no inicio de outubro a março.Seu hábito reprodutivo é pouco estudando em campo.
CONSERVAÇÃO: Está atualmente classificado pelo IUCN - International Union on for Conservation of Nature (União Internacional para a Conservação da Natureza) como Pouco Preocupante.
OBSERVAÇÃO: Não retire qualquer espécie de animal silvestre da natureza, nem compre-os nos comércio clandestino de animais silvestres, procure adquiri-los de criadores credenciados e legalizados pelo IBAMA - Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis, é necessário ter autorização do órgão para manter essa espécie de pássaro no cativeiro.
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