quarta-feira, 5 de abril de 2017

Saí verde

SAÍ VERDE
Belíssima espécie da ordem dos Passeriformes da família dos Thraupidae, conhecido cientificamente como Chlorophanes spiza, medindo 14cm aproximadamente de comprimento, é o maior dos “saís”, também conhecida como saí tucano (Rio de janeiro) e tem tem, e possuí sete subespécie.
DISTRIBUIÇÃO: Vive normalmente aos casais e são encontrados desde a Amazônia até o Nordeste, no Sudeste e no Sul.
HABITAT: Floresta ou mata Atlântica, Mata ou Floresta Ciliar, Mata de Araucária, Mata de Terra Firme, Mata de Várzea, Mata de Transição(matas primárias e secundárias), Mata Riparia ou Ribeirinha, Floresta Paludosa Amazônica, Tepuis, Caatinga Amazônica ou Lavrados, Áreas Antrópicas (onde houve ou há ação do homem) e Pantanal.
ALIMENTAÇÃO: Sua dieta consiste em frutos, néctar e insetos.
VOCALIZAÇÃO
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DIMORFISMO SEXUAL:  O macho é verde azulado com o alto e os lados da cabeça pretos e os olhos vermelhos e a fêmea é verde opaca, com a garganta e o centro da barriga amarelados e os olhos escuros. Tem bico relativamente largo, de mandíbula amarelo clara. 
 MACHO DA ESPÉCIE
FÊMEA DA ESPÉCIE
REPRODUÇÃO:  Faz ninho em formato de uma tigela rasa bem fixada com teias de aranha a uma forquilha, entre 3 e 12 m de altura, cada ninhada geralmente tem entre dois e três ovos brancos com pontos marrons, tendo de duas a três ninhadas por estação. Os filhotes nascem após 13 dias de incubação. Atinge a maturidade sexual aos doze meses. 
 STATUS DE CONSERVAÇÃO: Está atualmente classificado pelo IUCN - International Union on for Conservation of Nature (União Internacional para a Conservação da Natureza) como Pouco Preocupante.
OBSERVAÇÃO: Espécie protegida por lei, portanto para mante-la no cativeiro é necessário ser filiado ao IBAMA - Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis.
Não retire da natureza qualquer espécie silvestre e nem compre-a no comércio clandestino de animais silvestre, procure adquiri-las de criadores credenciados e legalizados pelo órgão acima.

segunda-feira, 3 de abril de 2017

Canário andino negro

CANÁRIO ANDINO NEGRO
É um pássaro da ordem dos Passeriformes da família dos Thraupidae, conhecido cientificamente como Phrygilis fruticeti, medindo 18cm aproximadamente de comprimento, e possuí três subespécie.
DISTRIBUIÇÃO: Vagante acidental proveniente de regiões austrais da Patagônia, foi registrado uma única vez no extremo sul do Rio Grande do Sul, na região de Chuí, seu status de ocorrência em território brasileiro carece de maiores estudos em campo. 
HABITAT: Campos e campinaranas (floresta de tum tipo particular de vegetação de solo raso, pobre e rochoso), e ambiente aquático.
ALIMENTAÇÃO: Sementes de gramíneas, frutos, e pequenos artrópodes. 
DIMORFISMO SEXUAL: Os machos são mais escuros e possuem o bico amarelado, plumagem cinzenta em boa parte do corpo, negra um pouco na face esboçando ao peitoral, tendo as partes inferiores mais claras com o dorso e asas pouco amarronzados. As fêmeas têm estria malar clara (cor creme), região auricular e crisso (região da cloaca ) são beges, com as partes inferiores esbranquiçadas. Ambos os sexos possuem pernas claras e duas faixas esbranquiçadas nas pontas das penas localizadas nas grandes e médias coberteiras. 
 MACHO DA ESPÉCIE
FÊMEA DA ESPÉCIE
REPRODUÇÃO:  Nidifica no solo entre os arbustos, faz um ninho em forma de taça com gravetos e o reveste com fibras algodoadas, onde põe até três a quatro ovos verde azulados com manchas marrons. 
 NINHO DA ESPÉCIE
VOCALIZAÇÃO
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STATUS DE CONSERVAÇÃO: Está classificado pelo IUCN- International Union of for Conservation of Nature (União Internacional para a Conservação da Natureza), como Pouco Preocupante.
 OBSERVAÇÃO: Trata-se de um pássaro que não pertence a flora Brasileira, mais que ocasionalmente costuma visitar o nosso território, portanto deve-se consultar o IBAMA - Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais para mante-lo em cativeiro.
Não retire qualquer espécie silvestre da natureza, nem compre-os no comércio clandestino de animais silvestres, procure adquiri-los de criadores credenciado e legalizados pelo órgão acima.
 

quinta-feira, 30 de março de 2017

Cigarra bambu

CIGARRA BAMBU
Trata-se de mais um pássaro da ordem dos Passeriformes, da família dos Thraupidae, conhecido cientificamente como Haplospiza unicolor, medindo aproximadamente 12cm de comprimento, é uma espécie monotípica, não possui subespécies.
DISTRIBUIÇÃO: Sua distribuição geográfica vai de Minas Gerais, passando pelo Espírito Santo, Rio de Janeiro, São Paulo, Paraná, Santa Catarina até ao Rio Grande Do Sul. 
HABITAT: Floresta ou mata atlântica, floresta mesófila (vegetação de porte médio a alto), mata ou floresta ciliar, mata de araucária, mata ou floresta subtropical, áreas antrópicas ( onde houve ou há ação do homem), habita as mtas úmidas com soqueiras de bambus até 1.400 metros de altitude.
 ALIMENTAÇÃO: Alimenta-se de sementes e artrópodes, na época da frutificação do bambu aparece em grandes bandos. 
VOCALIZAÇÃO 
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DIMORFISMO SEXUAL: O macho é uniformemente cinza azulado, com um faixa pós ocular estreita e escura e a fêmea é verde-oliva, com partes inferiores mais claras e a garganta e o peito estriados de oliva escuro. Apresenta bico cônico e escuro, olhos escuros e tarsos e pés na cor rosada.
Imaturos com a aparência da fêmea, porém com mais estrias no peito,o bico apresenta mandíbula com manchas amarelas. 
 MACHO DA ESPÉCIE
 FÊMEA DA ESPÉCIE
REPRODUÇÃO: Constrói o ninho em forma de taça profunda em galhos entre epífitas (plantas que sobrevivem sobre outras plantas), em altura entre 3,5 a 4.0 metros do solo, a postura é em média de duas ninhadas por estação com 3 ovos cada uma, os ovos são brancos manchados de marrom escuro. 
STATUS DE CONSERVAÇÃO: Está atualmente classificada pelo IUCN - International Union of for Conservation of Nature ( União Internacional para a Conservação da Natureza ) como: Pouco Preocupante.
 OBSERVAÇÃO: Não retire qualquer espécie de animal silvestre da natureza, nem compre-os no comércio clandestino de animais silvestres, procure adquiri-los de criadores credenciados e legalizados pelo IBAMA - Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis, é necessário autorização do órgão para manter essa espécie de pássaro no cativeiro.

quinta-feira, 16 de março de 2017

Uru corcovado

URU CORCOVADO
É uma ave da ordem dos Galliformes, da família dos Odontophoridae, conhecido cientificamente como Odontophorus gujanensis, medindo 24-29cm de comprimento pesando entre 260 e 300 gramas, também conhecido como como corcovado e uru-í (nome indígena, Mato Grosso).
DISTRIBUIÇÃO: É encontrado na Bolívia, Colômbia, Costa Rica, Equador, Guiana Francesa, Guiana, Panamá, Peru, Suriname e Venezuela. No Brasil é encontrado em toda região norte, norte do Mato Grosso e parte do Maranhão. 
HABITAT: Mata de terra firme, mata de transição (bordas de matas secundárias altas).
ALIMENTAÇÃO: Alimenta-se de frutinhas, sementes e artrópodes no solo, em grupos de seis a oito indivíduos.
VOCALIZAÇÃO
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DIMORFISMO SEXUAL:  Pardo avermelhado uniforme por baixo, o resto da região superior é marrom, com cor enegrecida de linhas e pontos esbranquiçados sobre as costas e coberteiras alares. Sua plumagem é marrom avermelhado com tons ocre e um pequena camurça áspera e preto pouco definido,sem padrões marcantes, pele facial nua laranja. Não apresenta dimorfismo sexual visível.
REPRODUÇÃO: Nidifica na serrapilheira do solo, na base de alguma arvore, a postura é de dois a quatro ovos brancos ou pintalgados de marrom, é são incubados pela fêmea.
CONSERVAÇÃO: Está atualmente classificado pelo IUCN - International Union on for Conservation of Nature (União Internacional para a Conservação da Natureza) como: Pouco Preocupante.
OBSERVAÇÃO: Não retire qualquer espécie nativa da natureza, nem compre-a no comércio clandestino de animais silvestre, procure adquiri-los de criadores credenciados e legalizados pelo IBAMA - Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis, é necessário autorização do órgão para manter essa espécie de ave no cativeiro.

quinta-feira, 9 de março de 2017

Surucuá mascarado

SURUCUÁ MASCARADO
Trata-se de uma ave da ordem dos Trogoniformes da família dos Trogonidae, conhecida cientificamente como Trogon personatus, medindo 22,5cm aproximadamente de comprimento, sendo que a mesma possuí nove subespécie.
DISTRIBUIÇÃO: Florestas montanhosas na região dos tepuis, na fronteira com a Venezuela e também aparece em ampla distribuição nos Andes. 
HABITAT: Habita florestas montanhosas na região dos tepuis, frequenta matas primarias e secundárias, e também suas bordas.
ALIMENTAÇÃO: Possuí  uma dieta mista à base de frutas e insetos que captura em voo
VOCALIZAÇÃO 
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DIMORFISMO SEXUAL:
  As partes superiores, cabeça e parte superior do tórax do sexo masculino são de várias cores, verde brilhante, bronze avermelhado ou dourado verde, a barriga e a parte inferior do peito são vermelhas, o último separou do peito esverdeado superior por uma faixa branca estreita, macho tem um anel distinto no olho, que é vermelho em a maioria de subespécie, mas tendendo para o alaranjado na subespécie dos tepuis. A fêmea é marrom acima, com uma barriga rosada a vermelha e peito, a faixa branca que separa marrom e vermelho em seu lado de baixo é frequentemente estreita ou obscurecida.

MACHO DA ESPÉCIE


 FÊMEA DA ESPÉCIE
REPRODUÇÃO:  É uma espécie pouco estudada no Brasil, porém costuma nidificar em arvores parcialmente apodrecida ou em cupinzeiros arborícolas e uma altura de 3 a 10 metros do solo, e a postura geralmente é de dois ovos.
CONSERVAÇÃO: Está classificado pelo IUCN - International Union on for Conservation of Nature  (União Internacional para a Conservação da Natureza), como Pouco Preocupante.
OBSERVAÇÃO: Não retire pássaros silvestres da natureza, nem compre-os no comércio clandestinos de animais silvestres, procure adquiri-los de criadores credenciados e legalizados pelo IBAMA - Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis, é necessário autorização do órgão para manter essa espécie de ave no cativeiro.

domingo, 5 de março de 2017

Tachã

TACHÃ
É mais uma ave da ordem dos Anseriformes, da família dos Ardeidae, conhecida cientificamente como Chauna torquata, medindo 80cm de comprimento, e chegando a pesar até 4.400kg, também conhecido por inhuma-poca, chajá, anhuma-do-pantanal, tarrã (Rio Grande do Sul) e tachã-do-sul, não são reconhecida subespécie.
DISTRIBUIÇÃO: Ocorre no Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, São Paulo e Região Sul. 
HABITAT: Buritizais e matas de galerias (cercado por rios de ambos dos lados), áreas antrópicas (onde houve ou há ação do homem), pantanal e ilhas fluviais,
ALIMENTAÇÃO: Sua alimentação baseia-se em principalmente, de folhas de plantas aquáticas, apanhadas enquanto caminha pelo brejo ou nas margens, assim como insetos e moluscos. 
VOCALIZAÇÃO
DIMORFISMO SEXUAL: Não há dimorfismo sexual ambos apresentam coloração pardo acinzentada escura, com algumas manchas brancas, cabeçuda e topetuda. O pescoço é contornado por uma gola negra realçada por uma segunda penugem branca, a face superior da asa é negra, com grande área branca visível durante o voo, a face inferior da asa é totalmente branca, a região que rodeia os olhos possuí anel nu, e ao redor do pescoço (nem sempre visível), as pernas são vermelhas. As  fêmeas são menores que os machos as patas são curtas e fortes e os três dedos da frente estão unidos por uma membrana interdigital rudimentar. 
REPRODUÇÃO: Nidifica sobre plantas aquáticas, constrói um enorme ninho de folhas emaranhadas sobre um arbusto ou árvore pequena, sempre sobre a água, coloca de 2 a 7 ovos, chocados durante cerca de 45 dias, geralmente o macho passa mais tempo chocando os ovos, revezando com a fêmea quando precisar se alimentar mas nunca deixam o ninho sozinho. Os filhotes saem do ninho logo depois de nascerem ou no dia seguinte, cobertos com penugem semelhante a dos patinhos. Caminham com os pais, ficando imóveis e escondidos na vegetação ao primeiro grito de alerta. Os juvenis recebem os cuidados parentais de ambos os progenitores durante 3 a 4 meses. Os filhotes nascem com plumagem densa, marrom amarelada. Por volta dos 5 meses completam a plumagem e podem voar.
 NINHO DA ESPÉCIE
CONSERVAÇÃO: Está atualmente classificado pelo IUCN- International Union on for Conservation of Nature (União Internacional para a Conservação da Natureza) como Pouco Preocupante.
 OBSERVAÇÃO: Preserve a natureza, não retirando qualquer espécie de animal silvestre, e nem comprando-os no comércio clandestinos de animais silvestres, procure adquiri-los de criadores credenciados e legalizados pelo IBAMA - Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis, para manter essa espécie de ave no cativeiro é necessário obter uma licença do órgão.

quinta-feira, 2 de março de 2017

Anhuma


ANHUMA
Trata-se de uma ave da ordem dos Anseriformes da família dos Ardeidae, conhecida cientificamente como Anhima cornuta, medindo 80 cm de comprimento, podendo a chegar até 3,20kg,Conhecida também como inhuma, inhaúma, unicorne, licorne, anhima, alicorne, cuintáu, ema-preta, cametau, guandu (Mato Grosso), caiuí, itaú. Inhuma deriva da palavra tupi “nhãum”, que significa “ave preta”. É conhecido na Amazônia como alincorne, nicorne ou alencor na Amazônia Central. É a ave símbolo do estado de Goiás, presente também na bandeira da cidade de Guarulhos (São Paulo), não são reconhecidas subespécies.
DISTRIBUIÇÃO: Tipicamente amazônica, presente em quase toda a região, chegando também até o interior do Ceará, Bahia, Goiás, Minas Gerais, Mato Grosso (Pantanal), São Paulo e Paraná. Encontrada ainda na Bolívia, Colômbia, Equador e Peru. 
HABITAT: Buritizais e matas de galeria (cercado por rios de ambos os lados), áreas antrópicas (onde houve ou há ação do homem), Pantanal, ilhas fluviais, ambiente aquáticos.
ALIMENTAÇÃO: Alimenta-se de plantas flutuantes ou de gramíneas em alagados. 
VOCALIZAÇÃO: Sua vocalização costuma ocorre mais frequentemente no período diurno.
DIMORFISMO SEXUAL: Não existe dimorfismo nessa espécie, ambos são da cor preta, tendo o ventre branco, seus pés parecem deformados, pois são enormes os dedos, na cabeça possui um (arquilhão) córneo com 12 centímetros de comprimento. Tem como defesa dois enormes esporões nos ombros. 
 CASAL DA ESPÉCIE
REPRODUÇÃO: Nidifica sobe plantas aquáticas flutuantes, a postura e de três a quatro ovos  brancos,
costumam encobrir os ovos com folhas quando saem para se alimentar.
 NINHO DA ESPÉCIE
 FILHOTES DA ESPÉCIE
CONSERVAÇÃO: Está atualmente classificados pelo IUCN- International Union on for Conservation of Nature (União Internacional para a Conservação da Natureza) como Pouco Preocupante.
OBSERVAÇÃO: Não retire qualquer espécie de animal silvestre da natureza, nem compre-os no comércio clandestinos de animais silvestre, procure adquiri-los de criadores credenciados e legalizados pelo IBAMA- Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis, é necessário autorização do órgão para manter essa espécie de ave no cativeiro.

quinta-feira, 23 de fevereiro de 2017

Beija-Flor Brilho de Fogo

BEIJA-FLOR BRILHO DE FOGO
O Beija Flor Brilho de fogo é uma ave da ordem dos Apodiformes, da família dos Trochilidae, conhecido cientificamente como Topaza pella, chegando a medir o macho 20cm e a fêmea 13,5 de comprimento, é  conhecido também como topázio vermelho, é o maior e um dos mais bonitos beija-flores do Brasil.. 
sendo que o mesmo possui três subespécie.
DISTRIBUIÇÃO:  Ocorre na Venezuela, das Guianas ao leste do Equador, Roraima, Amapá, Maranhão e Belém ( Pará ). 
HABITAT: Mata de igapó, mata riparia ribeirinha, Ilhas fluviais, ambientes aquáticos.




 ALIMENTAÇÃO: Alimenta-se principalmente de carboidratos, conseguido através do néctar das flores, mas come também pequenos artrópodes, que são capturados em pleno voo. 
DIMORFISMO SEXUAL: Bastante acentuado, o  macho possui metade do seu comprimento correspondente à cauda dourada ou verde metálica, barriga metálica , contrastando com os calções
níveos e os pés cor de carne clara, capuz negro , partes superiores carmesim, cauda longa ferrugínea com retrizes ( penas da cauda) que se cruzam medialmente, bico curvo e preto. A fêmea  sem retrizes prolongadas, verde amarronzada com garganta vermelha metálica, parte inferior das asas e lados da cauda extensamente  ferrugíneas como macho. 
 MACHO DA ESPÉCIE
 FÊMEA DA ESPÉCIE
REPRODUÇÃO:  Seu ninho é uma tigela sólida e rasa feita de material macio, como paina de gravata, fiapos de xaxim, teia de aranha. e com sua parede externa não atapetada com liquens, como na maioria dos beija-flores. O ninho é colocado abertamente sobre um ramo horizontal ou uma forquilha de árvores e arbustos, geralmente debruçados sobre os igarapés, a fêmea põe geralmente 2 avos alongados e brancos, os filhotes ficam com os pais por aproximadamente 25 dias.
 NINHO DA ESPÉCIE
CONSERVAÇÃO: Está classificado atualmente pelo IUCN- International Union on for Conservation of Nature (União Internacional para a Conservação da Natureza) como Pouco Preocupante.
OBSERVAÇÃO: Gosta de se banhar em riachos e nos igarapés, chega a mergulhar e nadar sob a água em curtos trajetos, se secando sacudindo a plumagem em pleno voo.
Não retire qualquer espécie de animal silvestre da natureza, nem compre-os no comércio clandestino de animais silvestres, procure adquiri-los de criadores credenciados e legalizados pelo IBAMA- Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis, para manter essa espécie em cativeiro é necessário ter autorização do órgão.

sexta-feira, 17 de fevereiro de 2017

Topetinho Vermelho

TOPETINHO VERMELHO
Trata-se de uma ave da ordem dos Apodiformes da família dos Trochilidae, conhecido cientificamente como Lophornis magnificus, medindo 6,8cm de comprimento e pesando 3,0gramas, endemismo dos mais belos do Brasil oriental, é um dos menores beija-flores do país, conhecido também como beija-flor magnífico.
DISTRIBUIÇÃO: Encontrado exclusivamente no Brasil, de Alagoas e Bahia ao Rio Grande do Sul, em direção oeste até Goiás e Mato Grosso.
HABITAT: Floresta ou mata atlântica, floresta mesófila (vegetação de porte médio a alto), mata ou floresta ciliar, mata de araucária, restinga, e áreas antrópicas (onde houve ou há ação do homem), prefere áreas semi abertas.
ALIMENTAÇÃO:Alimenta-se principalmente de carboidratos, que é conseguida através do néctar das flores.
 DIMORFISMO SEXUAL: Macho apresenta um topete vermelho e um bonito leque de penas de cada lado do pescoço de cor branca que terminam em uma faixa verde que passa ao negro na ponta, face negra, garganta e pescoço anterior verdes, partes inferiores cinza esverdeado, partes superiores esverdeadas com uropígio na tonalidade branca, cauda com a face anterior canela com as pontas negras; bico vermelho com a ponta preta. A fêmea não tem o topete vermelho e nem o leque no pescoço, tem a garganta branca sarapintada de canela e o bico menos intensamente vermelho e barriga branca.
 MACHO DA ESPÉCIE
FÊMEA DA ESPÉCIE
REPRODUÇÃO:  Na época do acasalamento, o macho corteja a fêmea eriçando o topete vermelho e expandindo os tufos laterais do pescoço movimentando-os enquanto executa um lento voo ou paira diante da fêmea, que permanece pousada, girando o corpo na lateral simultaneamente; em seguida sobe em voo acrobático para voltar em pique como se fosse atingir a companheira, frenando apenas perto dela, produzindo um forte sussurro “rrrep”, após o qual sobe de novo. Seu ninho é uma tigela sólida e rasa feita de material macio, como paina de gravata, fiapos de xaxim, e teia de aranha. e com sua parede externa não atapetada com liquens, como na maioria dos beija-flores. O ninho é colocado abertamente sobre um ramo horizontal ou uma forquilha de árvores, a postura é de dois ovos na tonalidade branca.
 OBSERVAÇÃO: Trata-se de uma ave protegida por lei, portanto é ilegal mante-la no cativeiro, somente criadores legalizados e credenciados pelo IBAMA- Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis, pode te-la no cativeiro, pois é necessário autorização do órgão.
Não retire qualquer animal silvestre da natureza, nem compre-os no comércio clandestino de animais silvestres, preserve a natureza.
CONSERVAÇÃO: Está atualmente classificado pelo IUCN- International Union on for Conservation of Nature ( União Internacional para a Conservação da Natureza) como Pouco Preocupante.

sexta-feira, 10 de fevereiro de 2017

Entufado

ENTUFADO
Trata-se de um pássaro da ordem dos Passeriformes da família dos Rhinocryptidae, conhecido cientificamente como Merulaxis ater, medindo 17cm de comprimento, também conhecido como  bigodudo preto e tapaculo de topete, e macuquinho negro, sendo que consta que o mesmo não possui subespécie.
DISTRIBUIÇÃO: Trata-se de um pássaro endêmico do Brasil nos estados de Santa Catarina, Paraná, São Paulo, Rio de Janeiro, Espírito Santo e Bahia. 
HABITAT: Floresta ou Mata Atlântica, entre 100 e 1800 metros de altitude.
ALIMENTAÇÃO: Insetos e outros invertebrados pequenos. 
CANTO 
 DIMORFISMO SEXUAL: Os machos apresentando coloração predominantemente cinza azulada, sendo marrons as regiões do uropígio (apêndice triangular que recobre as vértebras caudais, crisso (região da cloaca das aves) e baixo ventre. As fêmeas são completamente marrons, e ambos os sexos possuem tufo frontal de penas.
 MACHO
FÊMEA
REPRODUÇÃO:  São raríssimos os registros da reprodução e nidificação desta espécie , mas sabe-se que nidifica em buracos nos barrancos.
ESTADO DE CONSERVAÇÃO: Classificado pelo IUCN - International Union on for Conservation of Nature (União Internacional para a Conservação da Natureza) como Quase Ameaçada, devido a perda do habitat para o desmatamento.
OBSERVAÇÃO: Não retire qualquer espécie de animal silvestre da natureza, nem compre-os no comercio clandestino de animais silvestre, procure adquiri-los de criadores credenciados e legalizados pelo IBAMA - Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis, é necessário autorização do órgão para manter essa espécie em cativeiro, além de prejudicar ainda mais o seu status pois pouco se sabe sobre seu habito reprodutivo.